Quatro perguntas, sempre nesta ordem.

O ponto de partida é a pessoa, não o ambiente e não a luminária. Antes de saber que casa é essa, é preciso saber quem vive nela.

O Método

  1. 01

    Para quem iluminar?

    O projeto começa por compreender quem vive, trabalha ou circula pelo espaço. Diferentes idades, rotinas, hábitos, necessidades e formas de perceber a luz são consideradas para orientar as decisões de iluminação e sua relação com a arquitetura.

  2. 02

    O que iluminar?

    A arquitetura é interpretada a partir de sua tipologia, usos, materiais e características. Residências, espaços corporativos, comerciais, de hospitalidade ou áreas externas têm diferentes necessidades de conforto, percepção e experiência, que orientam as estratégias de iluminação.

  3. 03

    Como iluminar?

    As estratégias de luz são definidas a partir das pessoas e da arquitetura. Luz direta, indireta, difusa ou pontual, ângulos, intensidades e efeitos são combinados para criar conforto, valorizar o espaço e construir a atmosfera desejada.

  4. 04

    Com o que iluminar?

    Só então são definidos as luminárias e os demais componentes do sistema de iluminação. Cada escolha responde às necessidades das pessoas, às características da arquitetura e às estratégias de luz definidas nas etapas anteriores.

Detalhamento

Do projeto à execução

Cada solução de iluminação é detalhada para que seja executada como foi projetada. A documentação inclui a representação dos circuitos e a compatibilização com os sistemas de controle da iluminação, orientando com clareza todas as etapas da instalação.

A integração entre o projeto de iluminação e a engenharia reduz dúvidas durante a execução e preserva as decisões do projeto até o resultado final.

Antes da obra

A luz visualizada em 3D

Antes da execução, a iluminação é estudada e visualizada no próprio espaço em uma representação tridimensional que considera arquitetura, layout e materiais.

A luz é construída em camadas, permitindo avaliar como cada solução interage com as pessoas, revela a arquitetura, valoriza superfícies e cria diferentes atmosferas.

Essa visualização permite compreender e aprovar o resultado antes de sua execução, com real correspondência entre o que é apresentado e o resultado final.

Sala da Residência Ilhabela ao anoitecer, com a luz em camadas
Residência Ilhabela

Controle

Controle integrado ao projeto

Os sistemas de controle da iluminação são considerados desde o início do projeto, de acordo com as necessidades de cada espaço e as experiências de luz que se deseja criar.

Protocolos de automação, circuitos e formas de dimerização são definidos e compatibilizados com o projeto de iluminação, garantindo que luminárias, comandos e sistemas funcionem de forma integrada.

Assim, a luz e seu controle chegam à execução como partes de uma mesma solução.

  • Tempo by Porsche, cena 1 de iluminação do mesmo salão
  • Tempo by Porsche, cena 2 de iluminação do mesmo salão
  • Tempo by Porsche, cena 3 de iluminação do mesmo salão

Tempo by Porsche · o mesmo salão, três cenas programadas

Iluminação integrativa

A luz além do olhar

A luz não atua apenas sobre o que se vê. Ela chega aos olhos, interage com o organismo, influencia os ritmos biológicos e participa da forma como cada pessoa percebe e vive os espaços.

A Iluminação Integrativa incorpora essa dimensão ao projeto, considerando os efeitos visuais, biológicos e emocionais da luz ao longo do dia.

Por isso, projetar vai além de definir quanto iluminar. Importam a qualidade da luz, seu espectro, intensidade, direção e o momento em que ela é recebida.

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